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Aloizio Mercadante defende maior autonomia e estrutura para o Banco Central

O debate sobre o fortalecimento institucional do Banco Central ganhou contornos ainda mais relevantes no último fim de semana. Durante o Fórum Esfera, o presidente do BNDES e membro histórico do Partido dos Trabalhadores (PT), Aloizio Mercadante, passou a defender publicamente maior fortalecimento institucional do Banco Central após o escândalo do Banco Master. Mercadante afirmou que a estrutura atual de supervisão precisa ser revista diante da crescente complexidade do sistema financeiro, alertando inclusive que “o próximo escândalo será com os fundos de investimento”.

As falas de Mercadante e repercutidas pela mídia são relevantes, das quais se destacam: “A estrutura do Banco Central está muito empobrecida, com servidores desmotivados.”, “Precisamos de mais Banco Central.”, “Precisamos de mais supervisão, mais fiscalização, de mais autoridade monetária.”.

Ainda, abarcando também a situação atual da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Mercadante expressou que “A CVM, não pode continuar como está, nem o Banco Central” e ainda “Tem que ter uma reestruturação.”.

As declarações reforçam que o debate sobre autonomia, orçamento, tecnologia e valorização das carreiras do Banco Central está diretamente ligado à capacidade do Estado de supervisionar o sistema financeiro, proteger o Pix, preservar a estabilidade financeira e garantir a segurança de infraestruturas críticas do país. Trata-se de uma discussão técnica e institucional, compatível com os desafios cada vez mais complexos do sistema financeiro brasileiro e com a necessidade de estruturas regulatórias robustas, dotadas de capacidade humana, tecnológica e operacional adequada.